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Schoenstatt 1914


A Igreja Católica acredita que a Mãe de Deus está presente entre nós. Trata-se de uma presença real, ativa e permanente como coração da Igreja. Ela está cooperando, também em nossa época, na obra da redenção de seu Filho.


Um dos luga
res de sua presença e operação especial é Schoenstatt. A história de 100 anos deste Movimento confirma a sua eficiência, pois tem para apresentar diversas pessoas que chegaram à santidade, começando por José Engling.


A iniciativa desta presença se deve, sobre tudo, a Divina Providência. Trata-se de uma iniciativa que foi acolhida por Pe. Kentenich e um grupo de jovens.


Os jovens se inflamaram pela ideia de Pe. Kentenich e cooperaram na sua realização. Segundo esta ideia, eles se colocaram a disposição da Mãe de Deus e selaram uma aliança com ela. Em Schoenstatt chamamos este ato de Aliança de Amor. Esta aliança foi realizada, primeiramente, em 18 de outubro de 1914. A partir daí inúmeras pessoas no mundo inteiro se incluíram nesta aliança original e realizaram o mesmo nos seus Santuários. Por isso lemos no quadro luminoso a esquerda: Schoenstatt 1914 e a direita o lugar e o ano em que foi inaugurado o determinado Santuário.

 

Itaara 1985


O que aconteceu 1914 em Schoenstatt, realizou-se também em Itaara 1985. Até aí já foram construídos, mundo afora, em torno de 200 Santuários de Schoenstatt.


Em todas estas construções, um grupo de pessoas acolheu a iniciativa da divina providência e, em aliança com a Mãe de Deus, puseram-se a cooperar.


Estes Santuários, que chamamos de Santuários filiais, são ligados ao Santuário original e na medida em que as pessoas do determinado lugar, aliados a Mãe de Deus, cooperam gera-se um novo lugar de graças.


Esta cooperação, acontece, em primeiro lugar, pelo esforço da auto-educação oferecido nestes Santuários.


Assim o Santuário original se multiplica e as pessoas de outros lugares do mundo têm a possibilidade de realizar o que no Santuário original em Schoenstatt aconteceu: em Aliança com a Mãe de Deus contribuir para gerar em muitos lugares uma fonte de graças para a cristianização do mundo.